quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Existência por convenção

Dar-se racionalmente, hoje, a inexistência dos objetos das intuições empíricas: justiça, moral, ética, mal, tempo, etc..Porém,digo: existem.
A justiça que existe, originou-se, primeiramente, como conjunto de normas que uma comunidade ou povo seguia. Posteriormente, veio a ser um código moral escrito: o primeiro foi o de Hamurabi, séc. XVIII a.C.
Justiça não é um ser, mas sim, algo convencional. Ela existe não como um ser, mas como convenção. Então, erra quem fala: Justiça, moral, ética, mal, tempo, calor, frio; não existem.
Primitivamente, a justiça era tida como algo de posse exclusiva de Deus que depois acabou nos presentiando. Deixando de lado o mito da dádiva de Deus (segundo a história de Hamurabi), sabemos que lentamente o homem identificou o certo, escreveu um código e o aprimorou.
Se não existisse justiça, não teria a transgressão, o pecado, e nem o mal. Se tudo isso é convenção humana, logo o homem criou a justiça, o pecado e o mal.
Eis aqui a sabedoria: a justiça foi criada e colocada no mundo a fim de que o homem identificasse e observasse, por meio dela, uma conduta a ser seguida para que sua natureza permanecesse intacta tanto física quanto psiquinica.
                                         (Diego Franco Facundo)
Abaixo vídeo de um comercial feito pelo ministério da República da Macedônia em que coloca Albert Einstein, falsamente, como o autor da hipótese falada no vídeo.

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