A desigualdade é uma facticidade do fenômeno da equidade aonde a transcendência, superação, é inerente ao proceder humano reconhecendo uma hierarquia de predomínio da sofocracia.
O "status quo" de uma pessoa é analógico ao seu caráter e produtividade social, coerente ao aforismo: Colhemos o que se planta. É dentro do livre-arbítrio, ou seja, pelas escolhas, conclui-se o lugar social e econômico do indivíduo dentro da comunidade em que vive. Lembrando que: o "pecado" ou a integridade é hereditária, que neste caso, o filho carrega a "colheita" que seu pai o deixou, é uma justiça natural.
É pela ânsia pessoal de vencer na vida que se chega à consequência do esforço, o elevado patamar social. Enfatizo, porém, que só existe transcendência se houver isonomia. Na falta da isonomia,a equidade, transforma-se em iniquidade.
Deduzimos então que prevalece a razão, o entendimento, e a ética sobre a inércia e o despudoramento. E como sabemos é notório o resultado de tais dualismos comportamentais dentro da sociedade: o conhecimento sujeita a ignorância.
Portanto, estamos entrelaçados na vida, em um impasse e seria uma utopia pensarmos que um dia haverá uma igualdade social enquanto existir o antagonismo, a dicotomia, do bem e do mal.Em meio a toda esta análise termino falando: a solução da desigualdade social é o fim da ambivalência.
(Diego Franco)