quarta-feira, 27 de maio de 2015

Aletheia da Desigualdade Social

A desigualdade é uma facticidade do fenômeno da equidade aonde a transcendência, superação, é inerente ao proceder humano reconhecendo uma hierarquia de predomínio da sofocracia. 

O "status quo" de uma pessoa é analógico ao seu caráter e produtividade social, coerente ao aforismo: Colhemos o que se planta. É dentro do livre-arbítrio, ou seja, pelas escolhas, conclui-se o lugar social e econômico do indivíduo dentro da comunidade em que vive. Lembrando que: o "pecado" ou a integridade é hereditária, que neste caso, o filho carrega a "colheita" que seu pai o deixou, é uma justiça natural.

É pela ânsia pessoal de vencer na vida que se chega à consequência do esforço, o elevado patamar social. Enfatizo, porém, que só existe transcendência se houver isonomia. Na falta da isonomia,a equidade, transforma-se em iniquidade.

Deduzimos então que prevalece a razão, o entendimento, e a ética sobre a inércia e o despudoramento. E como sabemos é notório o resultado de tais dualismos comportamentais dentro da sociedade: o conhecimento sujeita  a ignorância.

Portanto, estamos entrelaçados na vida, em um impasse e seria uma utopia pensarmos que um dia haverá uma igualdade social enquanto existir o antagonismo, a dicotomia, do bem e do mal.Em meio a toda esta análise termino falando: a solução da desigualdade social é o fim da ambivalência. 

(Diego Franco)


 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Dualismo da razão

Predomina na ideologia apenas: falácias, pressupostos, ceticismos e, o mais maculado de todos, os sofismas. No lugar de tudo isso deveria prevalecer era a verdade. Tais males deturpam e é um empecilho para a realidade. Os precursores que destoam a verdade não se contém apenas com aqueles que consumiram, mas vem com a teoria da "microfísica do poder", de Foucault, sitiar aqueles que sabem e ver. Além disso, padecemos com os que se diz eruditos, porque nos denominam iconoclastas, já quanto aos ignorantes, de loucos. O que fazer se não lutar por si mesmo e lamentar por aqueles subjugados! Sim, pois além da tal "microfísica do poder" inerente em si, há o "critério da vida" de Nietzsche neles. 

(Diego Franco)

  

 

Essência da Bíblia

Gênesis inicia com uma linguagem peculiar, metafórica e histórica que tem similaridade com relatos mitológicos da antiga Mesopotâmia. O Pentateuco foi escrito, entre várias hipóteses, após o período do Cativeiro Babilônico, por um profeta que se preocupava em disciplinar e exortar o povo da época.

TODA A BÍBLIA É UM LIVRO VOLTADO PARA A EXORTAÇÃO E O ENSINO, NÃO É UM LIVRO CIENTÍFICO! Por exemplo, a história criacionista, é um texto metafórico voltado para o ensino, sendo um modo único e particular; ou a história da Torre de Babel, é um mito anacrônico, uma parábola, aonde exorta o povo da época do exílio babilônico que construia a torre de Babel na Babilônia. 

Existe uma convergência bíblica. No Velho Testamento vemos textos de história similar ao novo (são as ditas profecias se cumprindo). Quanto a veracidade dos argumentos bíblicos, é o que já mencionei, nada é científico, apenas doutrinário e exortativo. Todos os argumentos bíblicos tem várias tendências interpretativas e sempre há um que vai corresponder à realidade. Logo, a Bíblia é antinômico, assim como a metafísica é uma antinômia como afirmava Kant. Sendo assim ,as Escrituras entram numa crença humeana que é reconhecida na filosofia. Tudo é questão de fé, da crença e escolha de cada um.


 

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